ESCOLA NÃO É LUGAR DE ULTRAPROCESSADO.
Oferta de ultraprocessados superior à de saudáveis.
Crianças brasileiras têm excesso de peso.
Crianças até 5 anos consomem ultraprocessados.
Consumo médio entre crianças de 2 a 5 anos.
Produtos ultraprocessados estão associados ao aumento do risco de diversas doenças, como obesidade, diabetes, hipertensão, cáries e alguns tipos de câncer.
Quando os ultraprocessados fazem parte da rotina alimentar desde cedo, também contribuem para a formação de hábitos alimentares pouco saudáveis, que podem se estender por toda a vida, aumentando a possibilidade de doenças futuras.
Criar um ambiente escolar que favoreça escolhas mais saudáveis e ajude a proteger a saúde de crianças e adolescentes.
São produtos industriais feitos com muitos ingredientes e aditivos, como refrigerantes, salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, macarrão instantâneo e doces industrializados.
Porque a escola influencia diretamente os hábitos alimentares. Muitos estudantes fazem uma ou mais meals por dia no ambiente escolar.
Não. A regra se aplica à venda e à oferta dentro da escola, como cantinas, máquinas e eventos escolares.
Alimentos mais saudáveis, como sanduíches naturais, preparações frescas, sucos naturais e outros itens menos processados.
Sim. Diversas cidades no Brasil e outros países adotaram regras para limitar ultraprocessados nas escolas como forma de melhorar a alimentação infantil.